Projeto Drawdown, por um Mundo Sustentável
novembro 29, 2020

Por conta da pandemia da Covid-19, a economia global entrou em forte recessão no primeiro semestre de 2020. Acompanhando essa tendência, o Brasil também está sofrendo os impactos da crise, que provocou reflexos no setor elétrico.

No dia primeiro de julho companhias elétricas como a Enel em São Paulo, a Cemig de Minas Gerais e a Celpe de Pernambuco aumentaram suas tarifas dos consumidores residenciais em 3,58%, 2,5% e 4,88% respectivamente. Os usuários comerciais pagam ainda mais.

Com a redução do consumo de energia em nível nacional, as distribuidoras se viram

com excesso de energia contratada, além de terem suas receitas reduzidas. De modo a amenizar as consequências da crise, o Governo Federal criou, através do Decreto de 18 de maio de 2020, a Conta-covid para levantar recursos para cobrir déficits ou antecipar receitas às concessionárias e permissionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica.

A aplicação da Conta-covid suavizou os efeitos da pandemia no valor da conta de luz, mas não o suficiente para conter o aumento de uma conta elétrica que já vem sofrendo aumentos devido uma série de dificuldades que esse setor enfrenta como alta demanda e a baixa no nível dos reservatórios de água.

Dessa forma, a fonte solar fotovoltaica é cada vez mais estratégica ao País, pois ajuda a aliviar o sistema elétrico nacional, economizando a água das hidrelétricas e reduzindo a necessidade de acionamento de termelétricas, mais caras e poluentes. No caso da geração distribuída solar fotovoltaica, quando os próprios consumidores investem em sistemas em suas casas ou empresas, há também uma redução de gastos e economia que é compartilhada com todos os consumidores brasileiros, incluindo aqueles que nunca instalaram energia solar.

Fonte: Greener, G1 e Absolar

 

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